Amigos da Alcateia

segunda-feira, 14 de maio de 2012

História: Rikki-tikki-tavi - 1ª parte

 

(Rudyard Kipling / tradução Monteiro Lobato)
Vou contar a história da grande guerra que Rikki-tikki-tavi sustentou sozinha, na sala de banho dum grande bangalô do acantonamento de Segowlee. É verdade que Darzee, o passarinho-alfaiate, a ajudou, e Chuchundra, o rato mosqueado que nunca ousa caminhar pelo meio da casa e sempre passa deslizando ao longo das paredes, lhe deu um aviso. Isso, porém, foi pouco diante do muito que Rikki-tikki fez.
Era uma jovem mangusta, que pela cauda e pêlo se assemelhava a um gatinho, embora pela forma da cabeça e hábitos lembrasse a doninha. Tinha os olhos cor-de-rosa, e também a ponta do focinho; podia coçar-se com todas as patas, as de diante e as de trás, à vontade; podia também eriçar a cauda ao jeito dos chumaços de lavar garrafa, e seu grito de guerra, quando estava em casa nos campos, era Rikk-tikk-tikki-tikkitchek!
Certo dia as águas dum temporal de verão a arrastaram da toca onde vivia com os pais, e a levaram, a debater-se aflitíssima, para dentro dum valo que havia perto. Rikki agarrou-se a um tufo de ervas flutuantes e perdeu os sentidos. Quando voltou a si, estava numa rua de jardim iluminada pelo sol, com um menino na frente, que dizia:
- E uma mangusta morta. Vamos enterrá-la.
- Não, disse a mamãe. Vamos pô-la a secar, porque pode não estar bem, bem, bem morta.
E a recolheu dentro de casa, onde um homem a examinou e declarou que realmente não estava morta, mas apenas asfixiada; envolveram-na então em flanelas e a puseram perto do fogo... e Rikki-tikki logo abriu os olhos e espirrou.
- Bravos! - exclamou o homem (era um inglês que havia alugado o bangalô muito recentemente). - Agora é não a assustarem e veremos o que a pobrezinha faz.
A coisa mais difícil do mundo consiste justamente em assustar a mangusta, porque é um animalzinho da cabeça aos pés feito de curiosidade. Parece que a divisa da raça é: "Procura e descobre", e Rikki-tikki não desmentia as qualidades do seu povo. Provou logo a flanela que a envolvia e verificou não servir para comer; correu depois em redor da mesa, sentou-se, foi empoleirar-se sobre o ombro do menino.
- Não tenha medo, Teddy, disse-lhe o pai. Esse é o modo de as mangustas mostrarem amizade.
- Ui! Ela está-me fazendo cócegas no pescoço...
Rikki-tikki enfiou os olhos por entre a gola e o pescoço do menino, farejou-lhe as orelhas e depois veio dum salto ao chão, onde se sentou, esfregando o focinho.
- Meu Deus! - exclamou a mãe de Teddy. - Então é a isto que chamam animal selvagem? Será que compreende que somos bons para ela e mostra-se grata?
- Todas as mangustas são assim, disse o marido. Se Teddy não lhe puxar a cauda, nem procurar metê-la em gaiola, viverá em paz aqui dentro, correndo por toda a casa o dia inteiro. Vamos dar-lhe alguma coisa de comer.
Veio um pedaço de carne crua, que Rikki-tikki achou excelente. Depois que a comeu foi para a varanda e sentou-se ao sol, eriçando a cauda para fazê-la secar completamente. Estava já quase sarada.
- Há mais coisas a descobrir nesta casa do que a minha gente lá no mato verá em toda a sua vida, pensou consigo a mangustinha. Vou ficar por aqui.
E começou a correr o bangalô, peça por peça. No banheiro por um tico não morreu afogada. No escritório sujou a ponta do nariz no tinteiro e a queimou na brasa do charuto, ao saltar para o colo do pai de Teddy a fim de vê-lo manejar a pena. Ao cair da noite correu ao quarto do menino para ver a criada acender o lampião, e quando Teddy foi para a cama Rikkitikki fez o mesmo. Mas era má companheira, visto como se levantava cem vezes durante a noite para descobrir a causa de todos os barulhinhos. Os pais de Teddy tinham vindo dar no filho a última vista d'olhos e lá encontraram a mangusta, muito esperta, deitada no travesseiro.
- Não gosto disto, declarou a mamãe. Ela é capaz de mordê-lo.
- Não morde, não, disse o pai. Teddy está mais seguro na companhia deste animalzinho do que se estivesse uma ama a guardá-lo. Se uma cobra entrasse no quarto agora...
No dia seguinte, muito cedo, Rikki-tikki veio à varanda para a refeição, repimpada no ombro de Teddy; recebeu uma banana e um pouco de ovo cozido, deixando-se tomar ao colo por todos os presentes. A mangusta bem educada procura tornar-se logo doméstica, e a mãe de Rikki, que já morara na casa do general comandante da região, lhe havia ensinado o que fazer, caso caísse nas mãos dos homens brancos.
Depois do almoço Rikki foi passear e observar o que havia pelo jardim. Era um grande jardim, mas um tanto largado, com tufos de roseiras Marechal Niel espessos qual moitas, e limoeiros e laranjeiras e touceiras de bambu enormes. Rikki-tikki lambeu os beiços de gosto.
- Que esplendido campo de caça! - disse, e a esse pensamento sua cauda se eriçou. Imediatamente se pôs a correr dum lado e doutro, farejando tudo. Súbito, ouviu lamentações doloridas que vinham de dentro duma moita de espinheiros.
Era Darzee, o passarinho-alfaiate e sua companheira. Moravam ali, tendo construído um belo ninho por meio da junção de duas folhas largas que coseram com fibras nos bordos; a concavidade assim formada fora enchida de paina. O ninho balouçava-se no ar, enquanto os donos, com os olhos no chão, piavam um choro triste.
- Que é que têm vocês? - perguntou Rikki-tikki.
- Somos muito infelizes, respondeu Darzee. Um dos nossos filhotes caiu do ninho, e Nag o devorou.
- Hum ! exclamou Rikki-tikki. O caso é realmente triste. Mas sou nova por aqui e não sei quem é Nag.
Darzee e a companheira, em vez de responderem, recolheram-se precipitadamente para dentro do ninho. É que do espesso do ervaçal viera um silvo surdo, um horrível som arrepiante... que fez Rikki-tikki dar um pulo para trás. E então, polegada a polegada, ergueu-se da erva a cabeça com o capelo ereto de Nag, a grande cobra negra de mais de dois metros de comprimento. Depois que se levantou de um terço acima do solo, ficou a bambolear-se da esquerda para a direita, exatamente como se balança um pé de taraxaco - e a cobra olhava para Rikki-tikki com esses olhos duros das serpentes, os quais nunca mudam de expressão, seja o que for que elas pensem.
- Quer saber quem é Nag? Sou eu, disse a cobra. O grande deus Brama pôs sua marca sobre todo o nosso povo, quando a primeira cobra estirou o seu capelo para o preservar do sol enquanto dormia... Olha para mim e treme, mangusta !
A cobra retesou o mais que pode o seu capelo, e Rikki-tikki pode ver sobre seu corpo as marcas em forma de argolas.
Por um minuto a mangusta sentiu medo; mas é impossível tal animalzinho sentir medo por muito tempo e, embora Rikki-tikki jamais houvesse encontrado uma cobra, sua mãe a nutrira de carne de cobras e lhe ensinara que o destino das mangustas é fazer guerra às cobras e devorá-las. Nag também sabia disso e lá no fundo do coração estava receosa.
- Muito bem, disse Rikki-tikki - e sua cauda eriçou-se de novo. Com marcas de Brama ou não, acha que tem o direi to de comer os filhotes de passarinho que caem do poleiro?
Nag vigilava os menores movimentos do ervaçal que se estendia por trás da mangusta. Sabia muito bem o significado de mangusta no jardim - simplesmente morte para si e sua família, mais cedo ou mais tarde. Era preciso, pois, apanhá-la de surpresa. Pensando assim, Nag moleou o corpo e disse:
- Conversemos ... Você come ovos. Por que não havemos nós de comer o que sai dos ovos? Responda.
- Olhe para trás, olhe para trás ! cantou disfarçadamente Darzee.
Rikki-tikki compreendeu instantaneamente o aviso, sem necessidade de voltar a cabeça para ver do que se tratava. E saltou para o ar, o mais alto que pode, ouvindo o ruído dum bote que falha. Era Nagaína, a companheira de Nag. Tinha vindo por detrás, sorrateiramente, enquanto Nag distraía a mangusta, a fim de dar cabo do inimigo por surpresa. Rikki-tikki, ainda no ar, ouviu o silvo de raiva da cobra lograda; depois veio ao chão e quase que caiu de costas. Se fosse mangusta de mais idade saberia que era aquele o momento de quebrar a espinha do inimigo com uma boa mordedura, mas apavorou-se com a terrível chicotada que recebeu e limitou-se a uma mordidela única, pulando de lado. Nagaína ficou a rabear, furiosa e malferida.
- Malvado ! Malvado Darzee! exclamou Nag.
E deu o salto mais impetuoso que pode na direção do ninho; Darzee, porém, o construíra de modo a pô-lo fora do alcance de qualquer serpente - e o ninho continuou lá em cima, a balouçar-se, inatingido.

continua...

Alcateia Lobo Guará


A Alcateia é organizada e liderada pelos Velhos Lobos, que estão sempre de olhos bem abertos em todos os Lobinhos.

AKELÁ
No Livro da Jângal, é o mais sábio e forte dos lobos, e foi escolhido para ser o líder da Alcateia, a qual conduz de acordo com a lei da Selva. Os lobinhos o respeitam e seguem seus conselhos.

Em nossa Alcateia, a Akelá é a Chefe Janice
Para lhe auxiliar, Akelá tem seus assistentes, cujas personagens agregam algumas características específicas.


BALOO
É o grande e sábio urso pardo, encarregado de ensinar a Lei aos lobinhos e lobinhas. Está sempre alegre e disposto, e sempre diz a verdade, utilizando da natureza sempre apenas o necessário.
A nossa Baloo é a Chefe Fernanda.




BAGHEERA
É a ágil pantera negra. Valente como a mãe loba, ousada como o búfalo selvagem, arrebatada como o elefante ferido. Move-se rápida e silenciosamente em meio à selva e está sempre atenta a todos os seus sons e movimentos.
Em nossa Alcateia, a Bagheera é a Chefe Kira.
Contamos ainda com a colaboração de outros Chefes, embora não tão diretamente, mas sempre prontos a nos auxiliar quando há necessidade.

sábado, 12 de maio de 2012

Reunião da Alcateia - 12/05/2012

Nossa reunião no estádio do Quartel foi muito legal.
As Lobinhas Jéssica e Vitória fizeram o hasteamento da Bandeira Nacional. 
 Foi um dia muito especial para a Lobinha Juliana que fez a troca de lenço e confirmação da promessa.
A Akela colocou o arganel e deu as boas vindas a nova Lobinha.
A Lobada pode aproveitar as atividades ao ar livre, afinal Lobinhos precisam de muito espaço para correr e brincar.
Jogo: Batalha na Jângal
Jogo: Quebra canela
Chegou a hora dos Lobinhos recuperarem as forças com um delicioso piquenique.
Depois do lanche, nada melhor que uma atividade prá testar o raciocínio e agilidade,
Decifrando a carta enigmática para ir em busca de um tesouro escondido
Cada matilha procurou resolver seus enigmas
Contando sempre com a ajuda dos Velhos Lobos quando necessário.
A matilha cinza foi a mais rápida, por isso obteve a pontuação na atividade, mas todos encontraram seus tesouros: Um pacote com guloseimas, que foi dividido entre os membros da matilha.

Por hoje, foi só. Semana que vem esperamos todos novamente,
lá na escola Sylvia Melo.
Melhor Possível!!!

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Reunião Técnica


Ontem a noite, tivemos uma Reunião com a Equipe Técnica do Grupo Escoteiro Voluntários da Pátria, onde alguns assuntos de interesse do Grupo foram tratados, um deles envolve a Alcateia, por isso vamos registrar aqui:
Como a Chefe Graciela está ausente das atividades do Grupo, devido a compromissos de trabalho, deixará sua função na alcateia, onde precisa-se da presença constante da Baloo, personagem simpático que estimula e ensina a Lei para os Lobinhos no "Livro da Jangal", de Rudyard Kipling, após várias considerações e ouvir a opinião do chefe do Grupo e demais membros, decidiu-se que  a nossa Baloo a partir de agora será a Chefe Fernanda, como já era desejo dos Lobinhos, e que todas as decisões relacionadas com os Lobinhos serão tomadas pela chefe Janice, a Akelá da Alcateia.
Esperamos que todas as resoluções sejam para o crescimento e fortalecimento do grupo.
Desejamos a todos um "Melhor Possivel"!!!

sábado, 5 de maio de 2012

Atividades da Alcateia - 05/05/2012 - Sede

Hoje a tarde passou voando!! Foi dia de adestramento e seguindo a nossa apostila, a etapa de hoje foi: Estória.
 Os Lobinhos ficaram muito atentos ouvindo as histórias da Jângal.
Depois responderam a um pequeno questionário e pintaram desenhos da estória.



Usamos um cenário e os personagens da Jângal para a atividade ficar mais atrativa.
 A Lobada foi extremamente participativa, interagindo o tempo todo, mostrando que a etapa Estória já foi vencida.
Seguiremos adiante
Pata tenra: Lobismo
Primeira e Segunda Estrela: Cidadania
Hoje, tivemos a nossa Roca do Conselho e alguns assuntos foram tratados:
A troca de Akelá: Foi comunicado oficialmente aos Lobinhos a saída do Akelá Renato,  a chefe Janice irá substituí-lo como a Akelá da Alcateia.
Escolha de nomes: Os Lobinhos também, escolheram os nomes para as chefes Fernanda e Kira, que ajudam na Alcateia, depois de algum tempo, finalmente escolheram os nomes.
Fernanda será nossa Raksha, a mãe Loba e Kira a nossa Bagheera.
Tivemos também, a presença  da Baloo Graciela, embora um pouco afastada da Alcateia, devido a compromissos com o trabalho, veio hoje matar um pouco sua saudade dos Lobinhos.
Outros assuntos ainda ficaram pendentes, como regras da Alcateia, mas infelizmente o tempo foi curto e vai ficar para outro momento.
Tivemos a divisão da caça, onde todos trouxeram lanche e dividiram entre sí,  foi uma ótima demonstração de que sabem compartilhar aquilo que tem e que todo Lobinho pensa primeiro nos outros.

Não esqueçam: Próxima semana, nosso encontro será no estádio do quartel, na av. Duque de Caxias,
às 14 horas
Qualquer dúvida, entrem em contato com a Akelá
Melhor Possível!!!!

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Vamos aprender a fazer nós


Todo o escoteiro deve saber fazer nós. Eles são essenciais para o acampamento e também para a vida do dia a dia.
Um nó, para ser considerado bom deve satisfazer as seguintes condições:
- Simplicidade em ser feito
- Apertar à medida que o esforço sobre ele aumentar.
- Facilidade em ser desatado
    A melhor forma de aprender a fazer nós é pedindo a alguém, que saiba, que te ensine. Depois a prática fará o resto.
Da perfeição de um nó pode depender uma vida.

    Existem muitos nós, Lobinhos, cada um com a sua utilidade diferente, vamos aprender alguns:
NÓ DIREITO

NÓ DIREITO ALCEADO


NÓ DE ESCOTA

NÓ DE CORRER


NÓ DE ASELHA

NÓ DE ESCOTA ALCEADO

O nó escoteiro é aquele que lhe dá a ceteza de manter firme.
Ele aguenta qualquer qualquer esforço, e pode ser desfeito facilmente, se necessário. ”B.P.”

terça-feira, 1 de maio de 2012

Dicionário para Lobinhos

Como diz no blog do velho lobo: " aprender nunca ocupa espaço", vi por lá este dicionário e trouxe prá que possamos aprender um pouquinho mais e para que os lobinhos da nossa alcateia aprendam expressões que são próprias dos escoteiros, não importando o Ramo: Lobinho, Escoteiro, Sênior ou Pioneiro, mas que todos devem conhecer, pois será de grande utilidade em toda a sua vida escoteira. Caso você se lembre de mais alguma publique aqui para ampliar nosso dicionário. No final da postagem deixo os links de dois blogs onde, além deste dicionário tem muito mais.
A
AcampamentoAtividade dos ramos que prevê o uso de barracas para pernoite(s) no campo
Acantonamento- Atividade dos ramos que prevê a utilização de abrigos (casas, galpões, as instalações do próprio GE) existentes (sem barracas) para pernoite(s)
Adestramento- Substantivo utilizado no Escotismo para treinamento
Ajuri- Reuniões dos contingentes dos distritos, regiões ou do país com o objetivo de confraternização, são previstos jogos, tarefas e “quebra gelo” entre os participantes.
Akelá- Chefe dos Lobinhos. Referência ao lobo líder na História da Jângal
Alcateia- Coletivo de lobos. Referência para designar as seções dos lobinhos e lobinhas
Amarra- Trabalho manual utilizando cordas ou sisal para unir mambo ou outro tipo de varas para execução de pioneirias
Anel de Giwell- Arganel de lenço para Escotista ou Dirigentes do GE, após participação e aprovação do Curso de Formação Básica
Arganel- Anel confeccionado basicamente em couro, utilizado para unir as duas pontas do lenço escoteiro mantendo-o junto ao pescoço
ARP- Acampamento Regional de Patrulhas
Arriamento- Ato de descer a bandeira do mastro
Aspirante- Jovem que ingressa no Movimento Escoteiro, e ainda não realizou a sua Promessa Escoteira
Assembléia de Grupo- Condição jurídica e soberana, descrita no estatuto do GE, que prevê a reunião de Diretores, Comissão Fiscal; Escoteira e Pioneiros, sócios contribuintes para de decisões relativas ao funcionamento do Grupo Escoteiro
Assembléia Nacional- Similar à Assembléia do GE, agora a nível nacional
Assembléia Regional- Similar à Assembléia do GE, agora em nível da Região Escoteira. Os GE’s participam com um representante para cada 50 membros registrados no grupo

B
B.P.- Baden Powel. Fundador do Movimento Escoteiro
Bagheera- Pantera negra da história da Jângal.
Baloo- Urso da história da Jângal.
Bandarlog- Macacos da história da Jângal.
Bivaque- Atividade escoteira que envolve um pernoite em abrigo natural ou improvisado
Browsea- Ilha situada no Canal da Mancha, proximidades de Londres, onde foi realizado o primeiro acampamento escoteiro, em julho e agosto de 1907

C
Caixa de Patrulha- Caixa aonde é guardado, o material e equipamento da Patrulha
Canção da Despedida- Canção utilizada no Fogo de Conselho
Canção da Promessa- Canção utilizada na Promessa Escoteira
Canto de Patrulha- Local de reunião de cada Patrulha
Chefe- Nome genérico dado ao escotistas que dirige uma seção
Chefe de Grupo- Nome dado ao escotista eleito em Assembléia do Grupo que tem como função coordenar o Grupo Escoteiro, também chamado de Diretor Presidente
Cinto do traje- Cinto de lona na cor azul (lobinhos) preta (demais elementos)
Colar da IM- Distintivo de Adestramento pessoal, utilizado por Escotista ou Dirigente que possua aprovação no Curso de Formação Avançado. Constitui-se por tira de couro e duas contas de madeira
Cordão Verde e Amarelo- Indicação que o jovem escoteiro possui, no mínimo, cinco especialidades em três Ramos de Conhecimento diferentes, mais a especialidade de Primeiros Socorros (Nível 2)
Cordão Vermelho e Branco -Indicação que o jovem escoteiro, no mínimo, dez especialidades em quatro Ramos de Conhecimento diferentes, mais a especialidade de Cozinheiro (Nível 2) e Acampador (NÍVEL 2)
Correia de Mateiro- Indicação que o jovem sênior possui, no mínimo, cinco especialidades, mais a especialidade de Excursões (Nível 3), Primeiros Socorros (Nível 3) u uma outra relacionada com a Modalidade Básica (NÍVEL 3), mais a Insígnia Mundial do Conservacionismo
Corte de Honra- Reunião dos monitores da seção (ramo Escoteiro ou Sênior), que aconselhados pelo Chefe da Tropa, decidem sobre a: administração, competições, finanças e disciplina.
Podem participar os sub-monitores se convidados
Cozinha Mateira- Cozinha não convencional onde são utilizados apetrechos diversos como: folhas, espetos, cascas dos alimentos para servirem de anteparos
Cruzeiro do Sul- Distintivo de mais alto grau de etapas de classe no ramo Lobinho.
CT- Curso Técnico para escotista com ênfase a: Lei e Promessa; Jogos; Canções; Etapas de Classe; Deveres para com Deus, etc.
Curso Avançado- Nível Maximo de curso para dirigentes e escotistas de todos os ramos
Curso Básico- Nível intermediário de curso para dirigentes e escotistas de todos os ramos
Curso Preliminar- Primeiro nível de curso para dirigentes e escotista de todos os ramos

D
Dirigente- Escotista com cargo administrativo no GE
Distintivo- Insígnias/emblema para serem apostas ao traje escoteiro

E
Eficiência 1- Etapas de classe do ramo Sênior
Eficiência 2- Etapas de classe do Ramo Sênior
ELO- Escoteiros Locais em Operação
Escalada- Atividade escoteira
Escoteiro da Pátria- Distintivo de mais alto grau do ramo Sênior
Escoteiro Lis de Ouro- Distintivo de mais alto grau do ramo Escoteiro
Escotista- Adulto que atua no Movimento Escoteiro em cargo administrativo
Escudeiro- Antiga etapa de classe do ramo Pioneiro
Especialidades- Habilidades adquiridas pelos jovens, concedidas por supervisores (geralmente o chefe da Seção) após cumprimento de itens especificados para cada modalidade escolhida.
Esquete- Encenação teatral realizada principalmente durante os fogos de conselho
Estágio Introdutório- Antiga etapa de classe do ramo Sênior
Estágio Probatório- Antiga etapa de classe do ramo Sênior
Estrela de Atividade- Distintivo colocado sobre o bolso esquerdo que conta os anos de vida escoteira
Estrela- Etapas progressão das Alcateias
Etapas de Classe Escoteira- Pista, Trilha, Rumo e Travessia 
Etapas de Classe Pioneiro- Pioneiro Investido, Insígnia de Cidadania e Insígnia Pioneira
Etapas de Classe Sênior- Sênior Investido, Eficiência 1 e Eficiência 2
Etapas de Classe- Sistema progressivo que premia os conhecimentos obtidos pelos jovens com distintivos de classe

F
Fita de Patrulha- Distintivo composto de 4 fitas com as cores da Patrulha
Flor-de-Lis- Símbolo do Movimento Escoteiro
Fogo de Conselho- Cerimônia escoteira realizada junto a uma fogueira

G
GE- Grupo Escoteiro
Grito de Patrulha- Saudação dada pela seção do ramo Escoteira ou Sênior
Grupo de Gilwell- Todos os elementos condecorados com a Insígnia da Madeira são considerados como membros desse pseudo Grupo Escoteiro 
Guia Escoteira- Membro (sexo feminino) do Movimento Escoteiro, na faixa etária entre 15 e 18 anos

H
Hasteamento- Ato de elevar a bandeira até o topo do mastro

I
Indaba- Reunião de Chefes Escoteiros e Diretoria
Insígnia da Madeira- Lenço e colar de Gilwell concedidos a Escotistas e Dirigentes após o adestramento para este fim
Insígnia de B.P.- Distintivo de mais alto grau do ramo Pioneiro
Inspeção de campo- Atividade executada por todos os ramos
J
JamboreeReunião mundial de Escoteiros, realizada de quatro em quatro anos, em local previamente escolhido
JornadaAtividade que envolve uma caminhada
Jornada de 1ª classePenúltima etapa a ser realizada para obter a 1ª classe, que envolve uma caminhada de 15 Km com um pernoite
Jornada de Eficiência 2Penúltima etapa a ser realizada para obter a Eficiência 2, que envolve uma caminhada de 24 Km com um pernoite.
Jornada de patrulha- Caminha realizada por uma determinada Patrulha

L
Lamparada- Cerimônia escoteira realizada quando não existem condições, devido a motivos climáticos geralmente, de fazer um Fogo de Conselho
Leis Escoteiras10 artigos da Lei Escoteira
Lenço da IM- Distintivo de adestramento pessoal, utilizado por Escotista ou Dirigente que possua aprovação no Curso de Formação Avançado
Lenço EscoteiroLenço que usa ao redor do pescoço e preso por um arganel de couro marrom
Lobinho- Membro do Movimento Escoteiro, na faixa etária entre 7 e 11 anos

M
Matilha- Equipe de jovens do ramo Lobinho. Identificada pelas cores: branca, cinza, amarela, castanha, vermelha, marrom ou preta
Medalha de Bons ServiçosMedalha referente a bons serviços prestados concedida a Escotistas, Instrutores, Dirigentes, Pioneiros e Escoteiros
Medalha de GratidãoMedalha de agradecimento concedida às pessoas pertencentes ou não ao Movimento e que a ele tenham prestado grandes e reais serviços
Melhor Possível- Lema do Ramo Lobinho, significa que o máximo de cada jovem
Mestre Pioneiro- Pessoa que coordena e lidera a seção pioneira
Método Escoteiro- Sistema Educacional em que se baseia o Escotismo
Monitor Cargo de Patrulha, cuja função é liderar a equipe

N
Noviço- Antiga etapa de classe do ramo Escoteiro
Numeral- Distintivo vermelho usado na manga direita, logo abaixo do listel da Região Escoteira, que identifica o número do GE

P
Passagem- Solenidade executada como um marco da troca de ramos, ao final das etapas de passagem, obedecendo-se o Manual de Cerimônias
Pata tenra- Etapa de progressão do ramo Lobinho
Patrulha - Equipe de jovens do ramo Escoteiro e no ramo Sênior
Pioneiría- Construção feita com bambus ou madeiras amarradas com cabos ou sisal
Pioneiro- Membro do Movimento Escoteiro, na faixa etária entre 18 e 21 anos
Primeira ClasseAntiga etapa de classe do ramo Escoteiro
Primo- Líder de uma matilha de lobinhos
Promessa Escoteira- Cerimônia realizada por todos os membros do Movimento Escoteiro, onde os mesmos comprometem-se a obedecer as Leis Escoteiras

R
Ramo- Divisão por faixa etária que se distinguem por programas e atividades diferentes, dentro da mesma metodologia escoteira
Ramo Escoteiro- Jovem na faixa etária entre 11 e 14 anos
Ramo Lobinho- Jovens na faixa etária entre 7 e 10 anos
Ramo Pioneiro- Jovens na faixa etário entre 18 e 21 anos
Ramo Sênior- Jovens na faixa etária entre 15 e 17 anos
Rota SêniorDistintivo da etapa de transição do ramo Escoteiro para o ramo Sênior

S
SAPS -Sempre Alerta Para Servir
Seção- É a unidade que congrega os membros de um mesmo Ramo
Sede- Local de reuniões. O local das instalações do GE
Segunda Classe- Antiga etapa de classe do ramo Escoteiro
Segundo- auxiliar do Primo
Sempre Alerta- Lema dos Ramos Escoteiro e Sênior
Sempre Alerta Para Servir- Lema utilizado pelos Dirigentes e Escotistas
Servir- Lema do Ramo Pioneiro
Sinais de pista- Etapas de classe, conjunto de sinais convencionados e utilizados para que um escoteiro o caminho a ser seguindo
Sistema de Etapas- Esquema de adestramento progressivo existente em cada ramo
Sub-monitor- Cargo de Patrulha, cuja função é ajudar o líder da equipe

T
Traje Escoteiro- Uniforme Escoteiro: Camisa, bermudão caqui e tênis preto, fechado
Trilha Escoteira- Antiga etapa de transição do ramo Lobinho para o ramo Escoteiro
Tropa Escoteira- Seção que congrega os escoteiros
Tropa Sênior- Seção que congrega os Seniores

U
UEB- União dos Escoteiros do Brasil